Nosso Blog, estara no próximo mês passando por uma fase de reformulação, gostaríamos de obter parcerias de empresas que apostem no bem estar do nosso planeta e apoiem o cresciemnto de idéias novas na aréa ambiental, colocamos nosso e-mail a disposição, (silviogestaoambiental@hotmail.com). Dentro desta gama de novidades nosso blog disponibilizara um serviço para de licenciamento ambiental em geral (assunto a ser detalhado futuramente).
Gestão Ambiental no Sul
Prestação de serviços de Licenciamentos Ambientais em Geral. Responsabilidade Técnica.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
O Mundo aquece cada vez mais rápido.
Camada mais grossa de gelo do Ártico desapareceu, afirma especialista
Conclusão é de David Barber, da Universidade de Manitoba, Canadá.
Seu navio quebra-gelo mapeou centenas de quilômetros de 'gelo podre'.
Voo da guarda costeira dos EUA sobre o oceano ártico, em 30 de setembro de (Foto: Reuters/Yereth Rosen)A cobertura de gelo plurianual do Oceano Ártico desapareceu, um acontecimento surpreendente que tornará mais fácil abrir rotas de navegação polar, afirmou um especialista na quinta-feira (29).
Vastos mantos impenetráveis de gelo plurianual, que podem atingir 80 metros de espessura, bloquearam por séculos o caminho de navios em busca de uma rota mais curta pela mítica Passagem Noroeste do Atlântico ao Pacífico. Eles também impossibilitavam a ideia de navegar pelo topo do mundo.
Em vez disso, seu navio quebra-gelo descobriu centenas de quilômetros do que chamou de "gelo podre" - camadas de 50 centímetros de espessura de gelo recente, cobrindo pequenos pedaços de gelo mais antigo.
"Eu nunca vi nada igual a isso em meus 30 anos de trabalho no alto Ártico... foi muito impressionante", disse ele.
"Do ponto de vista prático, se você quiser navegar pelo polo, se preocupa com o gelo marinho plurianual. Você não se preocupa com esse gelo podre que encontramos ao longo de 13 nós. É fácil navegar por eles."
Os cientistas se preocupam há décadas com o ritmo em que os mantos de gelo ártico estão recuando. Dados dos Estados Unidos indicam que a cobertura de gelo no Ártico em 2009 era a terceira menor da qual se tinha registro, depois de 2007 e 2008.
Um número crescente de especialistas acha que, até no máximo 2030, o Polo Norte não terá mais gelo durante os verões, pela primeira vez em um milhão de anos.
"Eu diria que, de uma perspectiva prática, nós temos um Ártico praticamente livre de gelo sazonalmente agora, porque o gelo marinho plurianual é a barreira ao uso e desenvolvimento do Ártico", afirmou Barber.
As empresas de navegação buscam se beneficiar das águas mais quentes. Este ano dois navios de carga alemães navegaram com sucesso da Coreia do Norte pela costa da Sibéria sem a ajuda de quebra-gelos.
Aquecimento 3 vezes mais veloz
O Ártico está esquentando três vezes mais rápido do que o restante da Terra, em parte por causa da reflectividade, ou o efeito do feedback albedo de gelo.
À medida que mais e mais gelo derrete, faixas maiores de água marinha escuras são expostas. Elas absorvem mais luz solar do que o gelo e provocam o aquecimento mais rápido da água, e, portanto, derretem mais gelo.
Barber afirmou que o gelo agora estava sendo derretido tanto pelos raios solares como pelas águas mais quentes abaixo.
"O Ártico é um indicador precoce do que podemos esperar numa escala global nas próximas décadas... Assim, devemos prestar atenção a isso com muito cuidado", disse Barber.
Conclusão é de David Barber, da Universidade de Manitoba, Canadá.
Seu navio quebra-gelo mapeou centenas de quilômetros de 'gelo podre'.
Voo da guarda costeira dos EUA sobre o oceano ártico, em 30 de setembro de (Foto: Reuters/Yereth Rosen)A cobertura de gelo plurianual do Oceano Ártico desapareceu, um acontecimento surpreendente que tornará mais fácil abrir rotas de navegação polar, afirmou um especialista na quinta-feira (29).
Vastos mantos impenetráveis de gelo plurianual, que podem atingir 80 metros de espessura, bloquearam por séculos o caminho de navios em busca de uma rota mais curta pela mítica Passagem Noroeste do Atlântico ao Pacífico. Eles também impossibilitavam a ideia de navegar pelo topo do mundo.
Meu Deus estamos acabando com nosso planeta e as autoridades?
Mas David Barber, da cátedra de Pesquisa em Ciência do Sistema Ártico da Universidade de Manitoba, no Canadá, disse que o gelo estava derretendo a um ritmo extraordinariamente rápido.
"Estamos praticamente sem o gelo marinho plurianual no Hemisfério Norte", disse ele numa apresentação ao Parlamento. O pouco que restou está retido contra o arquipélago ártico do Canadá, distante das possíveis rotas de navegação.
Os cientistas associam as temperaturas mais elevadas do Ártico e o derretimento do gelo marinho às emissões de gases que provocam o efeito estufa, causado pelo aquecimento global.
Este ano dois navios de carga alemães cruzaram região sem ajuda de quebra-gelo
Barber acaba de voltar de uma expedição que procurava - e em boa medida não conseguiu encontrar - um banquisa gigante plurianual que deveria estar no Mar de Beaufort, na costa da cidade canadense de Tuktoyaktuk.
Em vez disso, seu navio quebra-gelo descobriu centenas de quilômetros do que chamou de "gelo podre" - camadas de 50 centímetros de espessura de gelo recente, cobrindo pequenos pedaços de gelo mais antigo.
"Eu nunca vi nada igual a isso em meus 30 anos de trabalho no alto Ártico... foi muito impressionante", disse ele.
"Do ponto de vista prático, se você quiser navegar pelo polo, se preocupa com o gelo marinho plurianual. Você não se preocupa com esse gelo podre que encontramos ao longo de 13 nós. É fácil navegar por eles."
Os cientistas se preocupam há décadas com o ritmo em que os mantos de gelo ártico estão recuando. Dados dos Estados Unidos indicam que a cobertura de gelo no Ártico em 2009 era a terceira menor da qual se tinha registro, depois de 2007 e 2008.
Um número crescente de especialistas acha que, até no máximo 2030, o Polo Norte não terá mais gelo durante os verões, pela primeira vez em um milhão de anos.
"Eu diria que, de uma perspectiva prática, nós temos um Ártico praticamente livre de gelo sazonalmente agora, porque o gelo marinho plurianual é a barreira ao uso e desenvolvimento do Ártico", afirmou Barber.
As empresas de navegação buscam se beneficiar das águas mais quentes. Este ano dois navios de carga alemães navegaram com sucesso da Coreia do Norte pela costa da Sibéria sem a ajuda de quebra-gelos.
Aquecimento 3 vezes mais veloz
O Ártico está esquentando três vezes mais rápido do que o restante da Terra, em parte por causa da reflectividade, ou o efeito do feedback albedo de gelo.
À medida que mais e mais gelo derrete, faixas maiores de água marinha escuras são expostas. Elas absorvem mais luz solar do que o gelo e provocam o aquecimento mais rápido da água, e, portanto, derretem mais gelo.
Barber afirmou que o gelo agora estava sendo derretido tanto pelos raios solares como pelas águas mais quentes abaixo.
"O Ártico é um indicador precoce do que podemos esperar numa escala global nas próximas décadas... Assim, devemos prestar atenção a isso com muito cuidado", disse Barber.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Comissão do Código Florestal definirá roteiro de audiências
Comissão do Código Florestal definirá roteiro de audiências
A comissão especial que analisa projetos de alteração do Código Florestal (Lei 4.771/65) se reúne nesta terça-feira (20) para votar requerimentos de audiência pública.
Entre os projetos que serão discutidos pela comissão está o PL 5367/09, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), que cria o Código Ambiental Brasileiro e revoga o atual Código Florestal. Esse projeto, considerado polêmico, tem o apoio de produtores rurais e enfrenta forte resistência de ambientalistas.
A proposta está apensada ao Projeto de Lei 1876/99, que propõe um novo Código Florestal. Os seguintes projetos de lei também tramitam em conjunto com o PL 1876/99: 4524/04, do deputado Enio Bacci (PDT-RS); 4395/08, da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES); 5226/09, do deputado Leonardo Monteiro (PT-MG); 5898/09, do deputado Assis do Couto (PT-PR); e 6227/09, da Comissão de Agricultura, Pecuária,
Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
O presidente da comissão especial é o deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR). O relator é o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
A reunião está marcada para as 14 horas, no plenário 12.
Atualizada às 11h43
Notícias relacionadas:
Comissão do Código Ambiental elege mesa e relatoria
Câmara terá comissão especial para analisar leis ambientais
Da Redação/PT
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
A comissão especial que analisa projetos de alteração do Código Florestal (Lei 4.771/65) se reúne nesta terça-feira (20) para votar requerimentos de audiência pública.
Entre os projetos que serão discutidos pela comissão está o PL 5367/09, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), que cria o Código Ambiental Brasileiro e revoga o atual Código Florestal. Esse projeto, considerado polêmico, tem o apoio de produtores rurais e enfrenta forte resistência de ambientalistas.
A proposta está apensada ao Projeto de Lei 1876/99, que propõe um novo Código Florestal. Os seguintes projetos de lei também tramitam em conjunto com o PL 1876/99: 4524/04, do deputado Enio Bacci (PDT-RS); 4395/08, da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES); 5226/09, do deputado Leonardo Monteiro (PT-MG); 5898/09, do deputado Assis do Couto (PT-PR); e 6227/09, da Comissão de Agricultura, Pecuária,
Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
O presidente da comissão especial é o deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR). O relator é o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
A reunião está marcada para as 14 horas, no plenário 12.
Atualizada às 11h43
Notícias relacionadas:
Comissão do Código Ambiental elege mesa e relatoria
Câmara terá comissão especial para analisar leis ambientais
Da Redação/PT
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
Meio Ambiente susta decreto que restringe regularização de terras
Meio Ambiente susta decreto que restringe regularização de terras
Rodolfo Stuckert
Wandenkolk Gonçalves: decreto prejudica produtores rurais da região.
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou na quarta-feira (14) a suspensão do decreto do Executivo que excluiu os produtores rurais da Amazônia Legal do prazo concedido para regularização de terras desmatadas e ocupadas irregularmente em áreas de reserva legal.
A medida foi proposta pelo deputado Homero Pereira (PR-MT) no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1375/09, que recebeu parecer favorável do relator, deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA).
No ano passado o governo editou um decreto (6.514/08) estabelecendo sanções administrativas contra infrações ambientais. O decreto abriu prazo até o final de 2009 para que os produtores que ocupavam reserva legal regularizassem sua situação.
O decreto sofreu sucessivas modificações nos meses seguintes, sendo que uma delas (6.695/08) retirou a possibilidade de regularização somente para os agricultores da Amazônia Legal, não afetando os produtores dos demais biomas brasileiros.
Pressão externa
Para o relator, a atitude do governo foi tomada para evitar o aumento da pressão internacional por causa do desmatamento da Amazônia. Mas para ele a edição do decreto acabou prejudicando os produtores rurais da região.
"O decreto relegou à ilegalidade os produtores rurais de toda a região Norte e de parte das regiões Centro-Oeste e Nordeste", disse Wandenkolk Gonçalves. Com a sustação do decreto, os produtores da Amazônia Legal voltam a ter direito a se enquadrar nas regras de regularização fundiária.
Tramitação
O projeto - já aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural - será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votado pelo Plenário.
Notícias relacionadas:
Deputados cobram legalização de áreas ocupadas na Amazônia
Câmara restringe posse de terra na Amazônia por estrangeiros
Ministro diz que pesca na Amazônia pode reduzir desmatamento
Reportagem - Janary Júnior
Edição - Newton Araújo
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
Rodolfo Stuckert
Wandenkolk Gonçalves: decreto prejudica produtores rurais da região.
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou na quarta-feira (14) a suspensão do decreto do Executivo que excluiu os produtores rurais da Amazônia Legal do prazo concedido para regularização de terras desmatadas e ocupadas irregularmente em áreas de reserva legal.
A medida foi proposta pelo deputado Homero Pereira (PR-MT) no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1375/09, que recebeu parecer favorável do relator, deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA).
No ano passado o governo editou um decreto (6.514/08) estabelecendo sanções administrativas contra infrações ambientais. O decreto abriu prazo até o final de 2009 para que os produtores que ocupavam reserva legal regularizassem sua situação.
O decreto sofreu sucessivas modificações nos meses seguintes, sendo que uma delas (6.695/08) retirou a possibilidade de regularização somente para os agricultores da Amazônia Legal, não afetando os produtores dos demais biomas brasileiros.
Pressão externa
Para o relator, a atitude do governo foi tomada para evitar o aumento da pressão internacional por causa do desmatamento da Amazônia. Mas para ele a edição do decreto acabou prejudicando os produtores rurais da região.
"O decreto relegou à ilegalidade os produtores rurais de toda a região Norte e de parte das regiões Centro-Oeste e Nordeste", disse Wandenkolk Gonçalves. Com a sustação do decreto, os produtores da Amazônia Legal voltam a ter direito a se enquadrar nas regras de regularização fundiária.
Tramitação
O projeto - já aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural - será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votado pelo Plenário.
Notícias relacionadas:
Deputados cobram legalização de áreas ocupadas na Amazônia
Câmara restringe posse de terra na Amazônia por estrangeiros
Ministro diz que pesca na Amazônia pode reduzir desmatamento
Reportagem - Janary Júnior
Edição - Newton Araújo
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
Comissão de fontes renováveis de energia pode votar parecer.
Comissão de fontes renováveis de energia pode votar parecer
A Comissão Especial de Fontes Renováveis de Energia pode votar nesta quarta-feira (21) o parecer do relator, deputado Fernando Ferro (PT-PE). Criada em junho do ano passado, a comissão analisou 18 propostas sobre o tema. A mais antiga - o Projeto de Lei 630/03 - cria um fundo para financiar pesquisas e incentivar a produção de energia elétrica e térmica a partir das energias solar e eólica.
O relator apresentou substitutivo que reúne em um único texto as diversas propostas de ações e de políticas públicas para estimular o uso de fontes renováveis de energia.
A reunião está marcada para as 14h30 no plenário 11.
Confira o texto completo do parecer
Notícias relacionadas:
Especialistas defendem mais investimentos na tecnologia do etanol
Fontes renováveis: comissão apresentará sugestões ao governo
Professor pede programa de eficiência energética no País
Empresas temem tarifa maior para custear energia renovável
Da Redação/PCS
Uma das alternativas:
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
A Comissão Especial de Fontes Renováveis de Energia pode votar nesta quarta-feira (21) o parecer do relator, deputado Fernando Ferro (PT-PE). Criada em junho do ano passado, a comissão analisou 18 propostas sobre o tema. A mais antiga - o Projeto de Lei 630/03 - cria um fundo para financiar pesquisas e incentivar a produção de energia elétrica e térmica a partir das energias solar e eólica.
O relator apresentou substitutivo que reúne em um único texto as diversas propostas de ações e de políticas públicas para estimular o uso de fontes renováveis de energia.
A reunião está marcada para as 14h30 no plenário 11.
Confira o texto completo do parecer
Notícias relacionadas:
Especialistas defendem mais investimentos na tecnologia do etanol
Fontes renováveis: comissão apresentará sugestões ao governo
Professor pede programa de eficiência energética no País
Empresas temem tarifa maior para custear energia renovável
Da Redação/PCS
Uma das alternativas:
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Amazônia aprova indicação para centro sobre mudanças climáticas
Aconteceu - 15/10/2009 17h32
Amazônia aprova indicação para centro sobre mudanças climáticas
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional aprovou ontem o requerimento de indicação para que seja implantado um Centro de Referência de Mudanças Climáticas da Amazônia, no estado do Amazonas, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.
Para o autor da proposta, deputado Silas Câmara (PSC-AM), a criação do centro vai suprir as necessidades de todos os órgãos envolvidos com o meio ambiente na Amazônia brasileira, além de "proporcionar aos pesquisadores, ambiente mais favorável e maior proximidade com o objeto principal das pesquisas".
Efeitos do aquecimento global
O centro de referência será uma unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) responsável por detectar mudanças no meio ambiente. Com sede em São Paulo, o Inpe busca soluções práticas de sustentabilidade para atenuar os efeitos do aquecimento global no País.
Silas Câmara lembrou a entrevista à imprensa do pesquisador da instituição Carlos Nobre, em que diz que "é preciso uma implantação rápida da presença do Estado em toda a Amazônia, para redução das ilegalidades associadas ao desmatamento".
Além do Inpe, o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) também foi criado para integrar informações e gerar conhecimento atualizado de ações globais de governo na Amazônia Legal, visando a proteção, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável da região. "O sistema desempenha funções que não alcançam totalmente as atribuições do Inpe, mas que precisam estar em total sintonia com o trabalho do órgão de pesquisa", disse.
A Câmara vai enviar o documento ao Ministério da Ciência e Tecnologia para que seja avaliada a possibilidade da instalação do centro.
Notícias relacionadas:
Temer promete pautar projetos sobre clima na semana que vem
Governador pede incentivos para RO em debate sobre Amazônia
Polo industrial de Manaus reduziu desmatamento, aponta pesquisa
Da Redação/ RCA
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
Amazônia aprova indicação para centro sobre mudanças climáticas
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional aprovou ontem o requerimento de indicação para que seja implantado um Centro de Referência de Mudanças Climáticas da Amazônia, no estado do Amazonas, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.
Para o autor da proposta, deputado Silas Câmara (PSC-AM), a criação do centro vai suprir as necessidades de todos os órgãos envolvidos com o meio ambiente na Amazônia brasileira, além de "proporcionar aos pesquisadores, ambiente mais favorável e maior proximidade com o objeto principal das pesquisas".
Efeitos do aquecimento global
O centro de referência será uma unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) responsável por detectar mudanças no meio ambiente. Com sede em São Paulo, o Inpe busca soluções práticas de sustentabilidade para atenuar os efeitos do aquecimento global no País.
Silas Câmara lembrou a entrevista à imprensa do pesquisador da instituição Carlos Nobre, em que diz que "é preciso uma implantação rápida da presença do Estado em toda a Amazônia, para redução das ilegalidades associadas ao desmatamento".
Além do Inpe, o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) também foi criado para integrar informações e gerar conhecimento atualizado de ações globais de governo na Amazônia Legal, visando a proteção, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável da região. "O sistema desempenha funções que não alcançam totalmente as atribuições do Inpe, mas que precisam estar em total sintonia com o trabalho do órgão de pesquisa", disse.
A Câmara vai enviar o documento ao Ministério da Ciência e Tecnologia para que seja avaliada a possibilidade da instalação do centro.
Notícias relacionadas:
Temer promete pautar projetos sobre clima na semana que vem
Governador pede incentivos para RO em debate sobre Amazônia
Polo industrial de Manaus reduziu desmatamento, aponta pesquisa
Da Redação/ RCA
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Proposta de Código Ambiental aumenta poder dos estados
Proposta de Código Ambiental aumenta poder dos estados
Gilberto Nascimento
Zonta: número de leis sobre o uso dos recursos naturais é excessivo.
A subcomissão da Comissão de Agricultura criada para tratar das questões ambientais e dos seus impactos no agronegócio aprovou o relatório 2/09, do deputado Zonta (PP-SC), que propõe a apresentação de anteprojeto de lei instituindo o Código Ambiental Brasileiro.
Uma das principais mudanças propostas está na atribuição aos estados da faculdade de legislar sobre matéria ambiental, em detrimento das leis federais já editadas. "Isso é bastante interessante para um país de dimensões continentais e de realidades tão distintas como o Brasil", argumenta Zonta.
A proposta também trata da política nacional de meio ambiente e da política geral de meio ambiente urbano. Ela revoga o atual Código Florestal (Lei 4.771/65) e o Decreto-Lei 1.413/75, além de partes das leis 6.938/81, 9.605/98 e 9.985/00.
Segundo o relator, há um número excessivo de leis para regulamentar o uso dos recursos naturais e esse fato, aliado a sucessivas mudanças nas normas, teria colocado boa parte dos imóveis rurais em situação de irregularidade.
Código datado
Zonta argumenta que o atual Código Florestal, com mais de 40 anos, já se tornou obsoleto e inaplicável. O resultado seria um descontentamento geral tanto dos produtores rurais quanto dos ambientalistas.
Para o relator, o objetivo do anteprojeto é cumprir o artigo 225 da Constituição, que preconiza a proteção dos recursos naturais sem deixar de atender aos interesses econômicos do País, que tem 24% do seu PIB no agronegócio - setor responsável por 36% das exportações e por empregar 37% da força de trabalho.
Recentemente, o estado de Santa Catarina publicou um código ambiental com normas que contrariam a legislação federal. A Frente Parlamentar do Cooperativismo, presidida pelo deputado Zonta, apoia a proposta.
Mudanças
Entre as mudanças do anteprojeto da comissão em relação a outra proposta de código ambiental - o PL 5367/09, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), está a inclusão, no texto, da fiscalização do uso dos recursos naturais e da proteção aos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas entre os princípios da Política Nacional de Meio Ambiente.
Para evitar a falta de continuidade em trabalhos de controle e fiscalização, o anteprojeto preserva o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental, o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais e a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental.
O anteprojeto estabelece o dia 31 de dezembro de 2008 como o limite para a manutenção de atividades em áreas de proteção permanente. Assim, as propriedades em atividade até essa data estariam protegidas mesmo quando localizadas em áreas de proteção, a não ser no caso de dano efetivo ao meio ambiente, comprovado por laudo de técnico habilitado.
O texto prevê que a conservação dos recursos naturais será considerada como uma responsabilidade compartilhada entre os ocupantes dos meios rural e urbano.
Consultas
A proposta estabelece ainda que as unidades de conservação precisarão do aval do Legislativo e só poderão ser criadas após a realização de consultas públicas.
Para estabelecer essas unidades, será preciso realizar estudos elaborados por equipe multidisciplinar, levando em conta não apenas aspectos ambientais, mas também sociais, econômicos, culturais e políticos e com a necessidade de pagamento de indenização no prazo de um ano, sem prorrogação.
Enquanto a regularização fundiária não houver ocorrido e a indenização não houver sido paga, os proprietários e legítimos possuidores terão o direito de permanecer usando o imóvel em unidade de conservação.
Além disso, as áreas de propriedades privadas incluídas no interior de unidades de conservação de proteção integral, mesmo sem uso, não poderão ser consideradas improdutivas enquanto não forem indenizadas.
Tramitação
O anteprojeto ainda precisa ser aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural para começar a tramitar como projeto de lei.
Notícias relacionadas:
Ambientalistas querem impedir mudanças no Código Florestal
Frente da Agropecuária quer reformular o Código Florestal
Reportagem - Juliano Pires
Edição - João Pitella Junior
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
Gilberto Nascimento
Zonta: número de leis sobre o uso dos recursos naturais é excessivo.
A subcomissão da Comissão de Agricultura criada para tratar das questões ambientais e dos seus impactos no agronegócio aprovou o relatório 2/09, do deputado Zonta (PP-SC), que propõe a apresentação de anteprojeto de lei instituindo o Código Ambiental Brasileiro.
Uma das principais mudanças propostas está na atribuição aos estados da faculdade de legislar sobre matéria ambiental, em detrimento das leis federais já editadas. "Isso é bastante interessante para um país de dimensões continentais e de realidades tão distintas como o Brasil", argumenta Zonta.
A proposta também trata da política nacional de meio ambiente e da política geral de meio ambiente urbano. Ela revoga o atual Código Florestal (Lei 4.771/65) e o Decreto-Lei 1.413/75, além de partes das leis 6.938/81, 9.605/98 e 9.985/00.
Segundo o relator, há um número excessivo de leis para regulamentar o uso dos recursos naturais e esse fato, aliado a sucessivas mudanças nas normas, teria colocado boa parte dos imóveis rurais em situação de irregularidade.
Código datado
Zonta argumenta que o atual Código Florestal, com mais de 40 anos, já se tornou obsoleto e inaplicável. O resultado seria um descontentamento geral tanto dos produtores rurais quanto dos ambientalistas.
Para o relator, o objetivo do anteprojeto é cumprir o artigo 225 da Constituição, que preconiza a proteção dos recursos naturais sem deixar de atender aos interesses econômicos do País, que tem 24% do seu PIB no agronegócio - setor responsável por 36% das exportações e por empregar 37% da força de trabalho.
Recentemente, o estado de Santa Catarina publicou um código ambiental com normas que contrariam a legislação federal. A Frente Parlamentar do Cooperativismo, presidida pelo deputado Zonta, apoia a proposta.
Mudanças
Entre as mudanças do anteprojeto da comissão em relação a outra proposta de código ambiental - o PL 5367/09, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), está a inclusão, no texto, da fiscalização do uso dos recursos naturais e da proteção aos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas entre os princípios da Política Nacional de Meio Ambiente.
Para evitar a falta de continuidade em trabalhos de controle e fiscalização, o anteprojeto preserva o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental, o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais e a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental.
O anteprojeto estabelece o dia 31 de dezembro de 2008 como o limite para a manutenção de atividades em áreas de proteção permanente. Assim, as propriedades em atividade até essa data estariam protegidas mesmo quando localizadas em áreas de proteção, a não ser no caso de dano efetivo ao meio ambiente, comprovado por laudo de técnico habilitado.
O texto prevê que a conservação dos recursos naturais será considerada como uma responsabilidade compartilhada entre os ocupantes dos meios rural e urbano.
Consultas
A proposta estabelece ainda que as unidades de conservação precisarão do aval do Legislativo e só poderão ser criadas após a realização de consultas públicas.
Para estabelecer essas unidades, será preciso realizar estudos elaborados por equipe multidisciplinar, levando em conta não apenas aspectos ambientais, mas também sociais, econômicos, culturais e políticos e com a necessidade de pagamento de indenização no prazo de um ano, sem prorrogação.
Enquanto a regularização fundiária não houver ocorrido e a indenização não houver sido paga, os proprietários e legítimos possuidores terão o direito de permanecer usando o imóvel em unidade de conservação.
Além disso, as áreas de propriedades privadas incluídas no interior de unidades de conservação de proteção integral, mesmo sem uso, não poderão ser consideradas improdutivas enquanto não forem indenizadas.
Tramitação
O anteprojeto ainda precisa ser aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural para começar a tramitar como projeto de lei.
Notícias relacionadas:
Ambientalistas querem impedir mudanças no Código Florestal
Frente da Agropecuária quer reformular o Código Florestal
Reportagem - Juliano Pires
Edição - João Pitella Junior
(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
CCJ ratifica atualização de lista de poluentes do mar
Aconteceu - 29/09/2009 22h18
CCJ ratifica atualização de lista de poluentes do mar
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta terça-feira o Projeto de Decreto Legislativo 1740/09, da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, que aprova a atualização da lista de substâncias poluentes em casos de acidentes com poluição, em alto-mar, por substâncias que não sejam óleo.
O protocolo relativo a essas substâncias faz parte de uma convenção internacional sobre a Intervenção em Alto-Mar em Casos de Acidentes com Poluição, adotada em 1969. Esse protocolo está sendo emendado para atualização da lista de substâncias poluentes.
A convenção e o protocolo tratam de medidas a serem adotadas pelos países para prevenir e eliminar perigos de poluição causados por acidentes no mar. O relator da matéria, deputado Marcelo Ortiz (PV-SP), recomendou a aprovação da proposta.
Tramitação
O projeto, que tramita em regime de urgência, ainda precisa ser analisado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e pelo Plenário da Câmara.
Notícias relacionadas:
CCJ aprova medidas de prevenção à poluição marítima
Comissão aprova texto sobre acidentes com óleo em alto-mar
Reportagem - Vania Alves
Edição - João Pitella Junior
CCJ ratifica atualização de lista de poluentes do mar
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta terça-feira o Projeto de Decreto Legislativo 1740/09, da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, que aprova a atualização da lista de substâncias poluentes em casos de acidentes com poluição, em alto-mar, por substâncias que não sejam óleo.
O protocolo relativo a essas substâncias faz parte de uma convenção internacional sobre a Intervenção em Alto-Mar em Casos de Acidentes com Poluição, adotada em 1969. Esse protocolo está sendo emendado para atualização da lista de substâncias poluentes.
A convenção e o protocolo tratam de medidas a serem adotadas pelos países para prevenir e eliminar perigos de poluição causados por acidentes no mar. O relator da matéria, deputado Marcelo Ortiz (PV-SP), recomendou a aprovação da proposta.
Tramitação
O projeto, que tramita em regime de urgência, ainda precisa ser analisado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e pelo Plenário da Câmara.
Notícias relacionadas:
CCJ aprova medidas de prevenção à poluição marítima
Comissão aprova texto sobre acidentes com óleo em alto-mar
Reportagem - Vania Alves
Edição - João Pitella Junior
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
O Futuro do Agronegócio - CAPTA
CAPTA - Controle em Agronegócios: Planejamento, Tecnologia e Análise
O CAPTA é um novo serviço de análise de custos para projetos em agronegócios. Utilizando o CAPTA, o empresário agrícola poderá ter um panorama completo sobre o andamento de seus negócios. Os resultados são mostrados em gráficos e relatórios, que são gerados de forma periódica, sob os mais diferentes critérios técnicos, dependendo da análise ou da informação que se deseja. Assim, durante o ciclo de produção, é possível identificar todos os pontos de desperdício de recursos, bem como os gastos realizados que não correspondem à meta (orçamento). Além do controle de atividades diárias, o banco de dados permite análises de base contábil para apontar onde o investimento está dando mais rentabilidade.
Aplicação
Este serviço pode ser implementado em qualquer fazenda ou empresa rural, visando sempre a redução de custos e melhoria na qualidade produtiva do sistema a ser analisado. Após sistematizada toda a informação, o controle pode ser realizado com base em dados reais, gastos realizados, números confiáveis. Isso permite ao gestor tomar rapidamente as decisões necessárias, agindo sempre de forma pró-ativa. Os resultados analisados pelo CAPTA auxiliam no acompanhamento dos gastos reais em relação à meta, então podemos dizer que eles têm tarefa importante no planejamento de custos.
Vantagens
Análise de rentabilidade do negócio em nível macro e por unidade de produção; - Discussão sobre os processos internos de produção desenvolvidos na empresa, considerando valor estratégico e capital imobilizado; - Desenvolvimento, sob medida, de um software de controle de custos baseados em atividades (metodologia ABC), com assessoria na sua implantação dentro da empresa. O sistema é customizável e tem um banco de dados extremamente flexível, que pode realizar diversos tipos de relatórios, interligando as informações de várias maneiras. São esses relatórios que fornecem, de modo imediato, as variáveis que auxiliam na tomada das decisões; - O CAPTA oferece visitas periódicas aos seus clientes, de modo a aproximar cada vez mais o consultor, o proprietário e o técnico responsável pela gestão do empreendimento. Durante a visita, irá passar diversas informações ao empresário, permitindo que ele visualize exatamente a cadeia de custos de sua fazenda, obtidas em relatórios cruzados, seja por atividade, por lote, ou mesmo por um item de custo específico.
Instituição Empresa(s) licenciada (s) para comercialização Responsável pelo produto
GEMINI INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS - Porto Alegre-RS Capta-Agronegócios Capta-Agronegócios
Disponível para comercialização em breve (em desenvolvimento)
Contato: Leonardo Monteiro
Gerente de Projetos
e-mail: leonardo@geminisoft.com.br
Biotechnos, Pelo Bem do Planeta Mesmo!!!!!!!!!!!!!
O que é Biodiesel?
Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo dezenas de espécies vegetais no Brasil que podem ser utilizadas, tais como mamona, dendê ( palma ), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras.
O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel automotivos (de caminhões, tratores, camionetas, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor, etc). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. A mistura de 2% de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B2 e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B100.
Segundo a Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005, biodiesel é um “ biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”.
A transesterificação é processo mais utilizado atualmente para a produção de biodiesel. Consiste numa reação química dos óleos vegetais ou gorduras animais com o álcool comum (etanol) ou o metanol, estimulada por um catalisador, da qual também se extrai a glicerina, produto com aplicações diversas na indústria química.
Além da glicerina, a cadeia produtiva do biodiesel gera uma série de outros co-produtos (torta, farelo etc.) que podem agregar valor e se constituir em outras fontes de renda importantes para os produtores.
Fonte: Portal do Biodiesel
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
PROJETO DE LEI No 5825/2009, DE 2009
Gestão Ambiental
Projeto de lei exige que as empresas contem com a responsabilidade técnica de pelo menos um
profissional graduado ou pós graduado em curso que lhe permita atuar em Gestão Ambiental.
Projeto de lei apresentado na Câmara Federal exige que as empresas potencialmente poluidoras ou
utilizadoras de recursos naturais contem com a responsabilidade técnica de pelo menos um
profissional graduado ou pós graduado em curso que lhe permita atuar em Gestão Ambiental.
Iniciativa de profissionais atuantes na área de Gestão Ambiental vinculados à ANAGEA ( Associação
Nacional dos Gestores Ambientais ) e do Dep. Fed. Renato Amary (PSDB-SP), esta proposta soma
mais um instrumento aos já previstos no artigo 17º da lei 6.938 de 1981, que trata da Política
Nacional de Meio Ambiente e representa um avanço extraordinário no que tange a busca pela
sustentabilidade, hoje, fragilizada pela falta desta exigência. É bem verdade que algumas grandes
empresas já contam com profissionais especializados, até mesmo algumas prefeituras já dispõem de
departamentos ou secretarias de Meio Ambiente, no entanto, a maioria das pessoas jurídicas
anotadas no cadastro das atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais
não conta com esta especialização de modo sistemático e permanente , o que torna as políticas
ambientais de longo prazo, frouxas e sem lastro.
Esta lei atende a um dos princípios fundamentais da Política Nacional de Meio Ambiente que é
o manejo multidisciplinar das questões afetas ao tema, ou seja, Meio Ambiente não é
exclusividade ou privilégio de nenhuma carreira em particular, é dever e direito de todas as
carreiras profissionais e, a observância deste princípio, uma obrigação do Estado prevista,
inclusive, nesta mesma lei 6.938 de 1981 . A proposta apresentada, cria base constitucional para se
regular o setor e encerra uma discussão de décadas sobre quem faz o que, este é outro mérito da
presente proposta.
PROJETO DE LEI No 5825/2009, DE 2009
(Do Sr. Renato Amary)
Acresce parágrafo único ao art. 17 da Lei nº 6.938, de 1981.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Esta Lei acresce parágrafo único ao art. 17 da Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que
"dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e
aplicação, e dá outras providências", para dispor sobre responsabilidade técnica.
Art. 2º O art. 17 da Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, passa a vigorar acrescido do seguinte
parágrafo único:
"Art. 17. ......................................................................
Parágrafo único. As pessoas jurídicas de que trata o inciso II do caput devem contar com a
responsabilidade técnica de pelo menos um profissional com graduação ou pós-graduação que lhe
permita atuar em gestão ambiental." (AC)
Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICAÇÃO
A Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, constitui um dos marcos mais significativos da
história ambiental brasileira. Por meio dessa Lei, foram instituídos os princípios e os instrumentos da
Política Nacional do Meio Ambiente, que tem por objetivo a preservação, a melhoria e a recuperação
da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento
socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana.
Entre os instrumentos da Política Ambiental, foram previstos, conforme a redação original da
Lei 6.938/1981, a avaliação de impactos ambientais, o licenciamento e a revisão de atividades
efetiva ou potencialmente poluidoras e o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de
Defesa Ambiental, entre outros. Em 1989, por meio da Lei nº 7.804, outros instrumentos foram
incluídos, entre os quais o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou
Utilizadoras dos Recursos Ambientais.
Embora o cadastro das empresas potencialmente poluidoras ou que utilizem recursos naturais
seja extremamente importante, não é suficiente para garantir a eficácia da gestão ambiental, de
forma a evitar danos ao meio ambiente. A exigência de um responsável técnico para o exercício das
funções inerentes à gestão ambiental das empresas cadastradas, a exemplo do que ocorre em
relação à saúde e segurança do trabalho, pode levar não apenas à maior conformidade com a
legislação ambiental, mas também a ações pró-ativas voltadas à sustentabilidade ambiental.
Pelo exposto, conto com o apoio dos ilustres Pares para a rápida aprovação do projeto de lei
que ora apresento.
Deputado RENATO AMARY
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Hoje é o dia.

Guardem bem esta data, hoje nasce um blog, onde teremos a oportunidade de acompanhar as noticias sobre nosso planeta, e saber que se nos unirmos, conseguiremos melhorar a nossa qualidade de vida, esta imagem que aparece, é a que nos intriga-ra daqui pra frente, pois até quando veremos esta imagem? Em breve novidades sobre o andamento do novo código ambiental.
Nossas Águas

Vi uma foto na internet que me preucupou, até quando veremos esta imagem, hoje 17/09/2009 é um dia especial nasce o blog, pelo bem do planeta, de agora em diante questões serão acompanhadas e muitas materias interessantes sobre meio ambiente serão publicadas com seriedade e respeito pela natura, onde nós seres humanos nos incluimos como parte de um eco sistema. Vamos fazer deste blog nosso portal de comunicação sobre leis, licenciamento , normas e novidades de gestão ambiental. Admirem esta linda imagem.
Assinar:
Postagens (Atom)










